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30 de agosto de 2018

Roteiro | França: Rota dos castelos e da gastronomia

Prepare-se para um roteiro de contos-de-fadas. Não apenas pelo cenário, repleto de castelos e abadias que estão entre os mais belos do mundo, mas também pela mordomia. 

Prepare-se para um roteiro de contos-de-fadas. Não apenas pelo cenário, repleto de castelos e abadias que estão entre os mais belos do mundo, mas também pela mordomia. A viagem passa pelo Vale do Loire, pela Borgonha e termina num pedacinho de Champagne-Ardennes: são três das regiões vinícolas mais importantes da França (e do mundo) e a gastronomia, é claro, fica à altura. É para você se sentir um rei, com castelo e tudo. Se apaixone dirigindo por esse roteiro, acesse a Mobility, consulte as melhores opções e tarifas e alugue!

Dia 1 Paris / Orléans / Blois – 205 km
Aluguel de carro Paris / Orléans / Blois - 205 km
Dirigir pela França é um prazer – estradas e carros seguros, belos caminhos e cidades aprazíveis por todo lado. Deixe o trânsito parisiense para trás e parta no sentido sul para conhecer o Vale do Loire com seu carro alugado – você pode optar por seguir pela auto-estrada, mais rápida, ou pegar estradas secundárias, o que é possível em todos os roteiros pela França. A primeira parada é Orléans, porta de entrada da região. A cidade é conhecida por ser o local onde Joana D´Arc teve sua maior vitória contra os ingleses, no século 15. Nela fica a Cathédrale Ste-Croix, em estilo gótico, com uma capela dedicada à heroína francesa. Deixe Orléans e siga para Blois, num caminho às margens do Rio Loire. Aqui fica o primeiro grande castelo da viagem: o Château Royal de Blois. Construído entre os séculos 13 e 17, foi residência de vários reis franceses e, depois, teve suas obras saqueadas na Revolução Francesa. Situado bem no centro da cidade, com quatro alas de diferentes estilos arquitetônicos. Vale a pena se hospedar no Le Medicis ou pelo menos dar uma passada no seu ótimo restaurante.

Dia 2 Blois / Chambord / Tours / Amboise – 135 km
Aluguel de carro Blois / Chambord / Tours / Amboise - 135 km
Siga logo cedo para um dia de muito castelos. A primeira parada é Chambord, onde fica o maior castelo da região, o Château de Chambord, do século 16 

Os vinhos do Loire
São muitas as uvas que fazem os vinhos do Loire, mas a Sauvignon Blanc e a Chenin Blanc dominam o mercado. Desta segunda uva, a região é próspera: a Chenin Blanc (ou Pinot de La Loire) gera alguns dos vinhos de sobremesa mais valorizados do mundo. Para harmonizar, a gastronomia local é rica em peixes e queijos maravilhosos.

. Imenso, situado no meio de uma fazenda, ele teve o mestre Leonardo da Vinci entre seus idealizadores. A visita ao castelo merece um dia inteiro – e você deve fazê-lo. Se quiser fazer um roteiro mais rápido, siga para Tours e relaxe na Place Plumereau, uma praça medieval hoje repleta de cafés e construções finamente preservadas desde o século 15. Vale a pena também conhecer a Cathédrale St-Gatien, construída entre 1239 e 1484, que mistura estilos arquitetônicos variados. Cidade muito antiga, já citada pelos romanos no século 1, Tours fica no meio da região vinícola do Loire

Chambord
Os 440 cômodos do Château de Chambord não têm função – foram construídos apenas para transformar este no mais impressionante castelo de sua época. A obra com 130 metros de comprimento, 365 chaminés e um muro de 32 quilômetros levou apenas 12 anos para ser erguida, a partir de 1519, e 1800 trabalhadores. Leonardo da Vinci foi um dos conselheiros para a construção – seria dele a idéia da curiosa escada em espiral. Mesmo com toda a pompa, o castelo foi poucas vezes usado: François I só o usava para pequenas estadas, nas quais precisava de 12 mil cavalos para transportar sua bagagem e serviçais. No século 18, ele foi dado de presente pelo rei Luiz 15 a um militar. Depois da Revolução Francesa, passou décadas abandonado.

, uma das mais importantes da França. Termine o dia em Amboise, onde fica o castelo de mesmo nome. Belíssimo, mas com fama de mal-assombrado (provavelmente por causa dos 1200 protestantes aqui executados em 1560), o castelo começou a ser construído no século 15 em estilo italiano, aproveitando sua construção inicial de fortaleza medieval. Foi aqui que Leonardo da Vinci passou seus últimos dias de vida. O romântico Château de Pray é uma boa opção de hospedagem na cidade, com vista para o Rio Loire.

Dia 3 Chenonceaux / Bourges / Beaune – 396 km
Aluguel de carro Chenonceaux / Bourges / Beaune - 396 km
Antes de sair em direção à região da Borgonha, faça uma parada em Chenonceaux para conhecer o mais romântico dos castelos do Loire. O Château de Chenonceau (sem o “x”), à beira do Rio Cher, foi construído em 1520 por um aristocrata de presente para sua mulher, mas pouco ficou nas mãos do rico senhor, logo caindo nas mãos da realeza. A ponte com arcos sobre o rio, os jardins milimetricamente cuidados e as vistas bucólicas sobre o rio fazem deste castelo um cenário vivo de fábulas. Outros castelos na região do Loire também merecem uma visita se você viaja com mais tempo 

Bourges
Bourges já era um povoado quando o imperador romano Julio César conquistou a região, no século 1 a.C. Ainda restam ruínas da época romana, mas a principal atração da cidade é sua herança medieval, visível na chamada Cidade Velha, cheia de cafés, lojinhas e confeitarias. A visita à Catedral St-Etienne, construída no século 13 em estilo gótico, é obrigatória – principalmente no final da tarde, quando a luz dá vida aos enormes vitrais.
. Caso contrário, é hora de partir para o leste, fazendo, primeiro, uma parada bucólica em Bourges

Outros castelos
O Vale do Loire conta ainda com outros castelos igualmente belos e dignos de visita. O Château de Cheverny, na cidade homônima, apresenta uma interessante transição entre o renascimento e o barroco, já que foi construído entre 1604 e 1634. Em Azay-le-Rideau fica o Château d Azay-le-Rideau, construído por um ministro das finanças do início do século 16 para presentear sua mulher – que opinou em tudo na construção. Por fim, o Château de Villandry, na cidade de mesmo nome, tem belíssimos jardins renascentistas e foi um dos últimos castelos construídos no vale.
. Descanse em Beaune, importante centro vinícola da região.

Dia 4 Beaune / Dijon – 46 km
Aluguel de carro Beaune / Dijon - 46 km 
Depois de um dia mais puxado de estrada, relaxe no coração da Borgonha. Beaune é movida a vinho. No charmoso comércio local, em ruas medievais, lojinhas negociam com o mundo inteiro garrafas das mais caras do mundo, como as das vinícolas de Pommard, Volnay Meursault, Puligny-Montrachet, la Tache, Romanee-Conti, Richebourg e Clos Vougeot, entre outras. As uvas Pinot Noir e Chardonnay dominam a produção local, que pode ser vista em tours oferecidos na própria cidade. Se você achar que é muito cedo para pensar em vinho, visite o Hospice de Beaune, também chamado de Hôtel-Dieu, um hospital construído no século 6 que durante cinco séculos atendeu os menos favorecidos. Hoje, a construção, com seu teto de mosaicos coloridos, é um museu fabuloso, que no terceiro domingo de todo mês faz concorridos leilões de vinho. Já que é impossível escapar do assunto, aproveite para fazer compras e conhecer vinícolas da região – as próprias lojas informam quais estão abertas para visitação na época. Para uma refeição à altura, procure o Jardin des Remparts, onde se gasta cerca de 70 euros por pessoa. Parta para Dijon 

Dijon
Famosa pela mostarda ali criada (que ganhou um interessante museu temático), Dijon tem belos parques, uma gastronomia em ebulição (não deixe de provar os escargots!) e construções medievais de primeira. Para citar só uma, o Palácio dos Duques, do século 14, vale a visita. Entre seus salões, destaca-se a cozinha com seis fogões, o vitral com fundos de garrafas e a imponente sala de banquetes.

, no início da noite.

Dia 5 Dijon / Cluny / Fontenay – 190 km
Aluguel de carro Dijon / Cluny / Fontenay - 190 km
Deixe para trás os detalhes que fazem Dijon tão especial e siga para a grandiosa Cluny. Grandiosa não no tamanho, pois trata-se de mais uma cidadezinha medieval francesa, mas sim na importância histórica. A Abadia de Cluny, em estilo romanesco, foi erguida no século 11 pelos beneditinos. Por três séculos, foi centro de poder político e religioso absoluto e sua imponência ainda impressiona – ela foi a maior igreja católica da Europa Ocidental até a construção da Basílica de São Pedro, no Vaticano. Uma boa opção para o almoço é o restaurante do Hotel de Cluny, com menu gourmand a cerca de 40 euros por pessoa – a cozinha é típica da Borgonha, com ingredientes da terra. Fontenay, destino final do dia, também é famosa pela religião, graças à abadia cisterciense de Fontenay, patrimônio mundial da Unesco. Seus jardins milimetricamente cuidados convidam para um descanso.

Dia 6 Fontenay / Troyes / Paris – 500 km
Aluguel de carro Fontenay / Troyes / Paris - 500 km 
Chegou a hora de voltar. Entre a Borgonha e a capital da França, dê uma espiada na região de Champagne 

Champagne
A região de Champagne-Ardennes fica ao nordeste de Paris e tem Rheims como principal cidade – Troyes é só uma das entradas. O espumante mais famoso do mundo é feito com uma combinação das uvas Chardonnay, Pinot Noir e Pinot Meunier, cultivadas no solo único da região – um monge beneditino, Dom Perignón, teria sido o autor da alquimia do champanhe. Entre as vinícolas locais mais renomadas estão a Veuve Clicquot, Krug, Möet & Chandon e Bollinger. Para combinar, os pratos locais incluem queijos, trufas, embutidos de porco e carnes de caça.
para se despedir em estilo. Pode ser na cidade de Troyes (pronuncia-se “truá”), porta da entrada do pedaço. Trata-se de uma pequena joia medieval (as casas são do século 13) cortada por um tímido Rio Sena, navegável no pedaço. Os vitrais são uma atração à parte: somente na enorme catedral, construída entre os séculos 15 e 17, são 182 painéis com vitrais. Para quem não quer levar “só” vinho para casa, uma boa notícia: Troyes é também um centro têxtil e tem um forte comércio de marcas internacionalmente famosas, como Kenzo, Versace, Lacoste e outras. Ou seja, dá para chegar em Paris de mãos cheias.

 

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