08 abril 2018

Roteiro | Norte da Itália

Roma, Florença e Milão, três das mais importantes cidades italianas, estão neste roteiro. Mas, por incrível que pareça você encontrará todas as atrações fora dos nomes mais conhecidos.

Roma, Florença e Milão, três das mais importantes cidades italianas, estão neste roteiro. Mas, por incrível que pareça você encontrará todas as atrações fora dos nomes mais conhecidos. De carro pela Umbria, Toscana, Emilia-Romagna e Lombardia, é possível conhecer uma Itália de cinema, de campos bucólicos e castelos medievais. Prepare-se para encontrar excelentes restaurantes, vinhos inesquecíveis e paisagens de sonho. Você pode alugar seu carro em poucos minutos para esse roteiro acessando a Mobility!

Dia 1 Roma / Perugia / Assis – 255 km
Roma, a cidade eterna, vale uma viagem inteira só para si. Mas essa não é sua intenção nesse roteiro. Portanto, mesmo de coração partido, pegue a estrada rumo ao norte, para a Umbria e a Toscana, margeando o Rio Tibre. Esse é um dos poucos trechos da viagem no qual você andará exclusivamente por auto-estrada, pois é possível fazer o mesmo roteiro usando estradas secundárias, mais bonitas e com atrações interioranas de marcar uma vida. A primeira parada pode ser num restaurante à beira do Lago Trasimero, região de importância histórica para a civilização romana. Depois, Perugia. Capital da região de Umbria, Perugia tem um belíssimo centro histórico, em torno do Corso Vanucci. É lá que fica Fontana Maggiore, do século 13. Também vale a pena ver a Igreja San Domenico, erguida entre 1305 e 1632, e o majestoso Palazzo dei Priori, todo cercado de muralhas. O dia termina em Assis, a cidade de São Francisco, aqui enterrado. A Basílica

Basílica de Assis
A construção da Basílica de Assis começou dois anos depois da morte de Francisco Bernardone (1186-1226), o rapaz rico que fundou uma ordem religiosa e virou São Francisco de Assis. Alguns dos artistas mais importantes da época e das sete décadas seguintes participaram da criação da igreja, entre eles Giotto, Pietro Lorenzetti (autor da Descida da Cruz, uma das obras mais impressionantes da igreja), Jacobo Torritti e Simone Martini. Um terremoto em 1997 danificou boa parte da igreja, mas ela foi restaurada com sucesso.

domina a paisagem. Cidade medieval, com menos de 30 mil habitantes, Assis tem ótimos restaurantes e hotéis nem tanto, mas adequados para apenas uma noite.

Em 2013 você poderá participar da Festa de São Francisco de Assis à partir de 02 de outubro à dia 04 deste ano. A Celebração nacional em honra de São Francisco, padroeiro da Itália, você pode saber acessando o site do Festival.

Cerimônias cívicas presidida por um representante do Governo italiano e as mais altas autoridades regionais, provinciais e municipais da região que, de acordo com uma sequência pré-estabelecida, representa toda a Itália ao oferecer querozene para abastecer a lâmpada votivadas cidades da Itália que queima diante do túmulo de São Francisco

Nossa sugestão de aluguel de carro para celebração da Festa de São Francisco de Assis: Opel Astra Station Wagon (ou similar): USD 418,00 (km livre, protecoes sem franquia, taxas e impostos) – reserve agora acessando a mobility!

Dia 2 Assis / Arezzo / Siena – 185 km
Chegar à Toscana por Arezzo é entrar com chave de ouro. Mesmo: uma das cidades mais ricas da região, Arezzo é famosa pelo talento de seus artistas e, principalmente, dos ouvires e joalheiros. Não só: cercada por quatro vales, com preservadas construções medievais, ela fica no centro de uma área repleta de boas villas para alugar. De Arezzo a Siena, o caminho é curto, mas dá vontade de fazê-lo ao longo de um dia inteiro, apenas para curtir a paisagem de filme, com campos verdinhos, ciprestes, vinhedos, vales e casarões e villas de pedra. Siena é a segunda cidade mais importante da Toscana (e foi a principal entre os séculos 13 e 16, quando a peste a atingiu e Florença ganhou poderio). Palco do Palio

O Palio de Siena
A Festa do Palio de Siena, uma tradição medieval mantida na cidade e que atrai milhares de visitantes, acontece duas vezes por ano, em 2 de julho e em 16 de agosto. Sua função é a mesma desde o século 13: trata-se de uma competição (a cavalo) entre os 17 vilarejos originais da cidade, chamados de contradas, cercados por muro. Cada vilarejo tem um inimigo e alguns aliados. No dia do Palio, somente 10 participam (os melhores do ano anterior mais alguns sorteados) e levam para a Piazza del Campo seus melhores cavalos e jóqueis (que normalmente nem são de Siena, e sim contratados para o evento). Empunhando bandeiras, eles correm sem sela, dando três voltas na praça, e podem ser desonestos, inclusive derrubando inimigos. A cidade lota: sieneses que vivem em outras partes do mundo voltam à cidade na época só para participar da competição. Ainda bem que, fora do Palio, ninguém é inimigo de ninguém dentro de Siena – a rival é Florença!

, maior festa da Toscana e uma das mais tradicionais de toda a Itália, Siena é tradicional e extremamente bem preservada – parece que quase nada mudou, pelo menos nas fachadas, nos últimos 800 anos. Dê uma parada na Piazza del Campo e olhe ao redor para sentir a mesma coisa. Veja também o gótico Palazzo Publico e o Battistero di San Giovanni. Cercada pelo vale de Chianti, onde é fabricado o famosíssimo vinho e também excelentes azeites, Siena é um ótimo centro gastronômico

Comida toscana
Mundialmente famosos, os vinhos do vale deChianti acompanham os pratos rústicos que fazem a mesa da Toscana. Com uso de muitas ervas e azeite, privilegia as carnes. Entre os pratos típicos estão a ribollita, uma sopa com feijão branco, legumes e ervas aromáticas, o arrosto misto, um assado de carnes, e o arista (lombo de porco recheado). Nos embutidos, a tradição é o tonno di Chianti, um preparado de porco que tem aparência de atum, daí seu nome. Também são famosos os queijos da região, sobretudo o pecorino, feito com leite de cabra. Em Siena, vale a pena conhecer a família Osteria le Logge (Via del Porrione, 33) ou o elegante Villa Scacciapensieri (Strada Scacciapensieri, 10).

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Em 2013 você pode ir a Festa de São Franciso de Assis em Assis, Itália à partir do sia 02 de outubro até o dia 4.desse ano. A Festa de São Francisco de Assis é uma Celebração nacional em honra de São Francisco, padroeiro da Itália – Os serviços religiosos na Basílica de San Francesco e da Basílica de Santa Maria degli Angeli.

Cerimônias cívicas presidida por um representante do Governo italiano e as mais altas autoridades regionais, provinciais e municipais da região que, de acordo com uma sequência pré-estabelecida, representa toda a Itália ao oferecer querozene para abastecer a lâmpada votiva das cidades da Itália que queima diante do túmulo de São Francisco.

Dia 3 Siena / Monteriggioni / San Gimignano / Florença – 80 km
Entre as duas maiores cidades da Toscana, vale a pena sair um pouco da rota para conhecer pequenas pérolas. Monteriggioni, minúscula, parece um cenário de filme. É o local ideal para fazer agriturismo

Agriturismo
Agriturismo é um tipo de hospedagem muito comum no interior da Itália, sobretudo na Toscana. Trata-se, simplesmente, da hospedagem em fazendas, com direito a participar do cotidiano da propriedade, geralmente sediada por uma casa ou villa antiga de pedra – daquelas com cara de filme mesmo. Em Montereggioni, a fazenda Antico Oliveto produz vinho, azeite de oliva, milho, cereais e faz colheita de cogumelos. Possui cinco quartos para hóspedes. Veja mais emwww.anticouliveto.it

se você quiser passar mais dias por aqui. San Gimignano é uma cidade também pra lá de especial: construída sobre um monte, ela conta com uma série de torres construídas entre os séculos 11 e 13 – verdadeiros arranha-céus da Idade Média. Aqui se produz um outro tipo de vinho típico da região, o Vernaccia di San Gimignano. Mas, se você é fã de vinhos, deve desviar um pouco a rota e conhecer, ao sul de Siena, Montalcino, terra do Brunello di Montalcino

Montalcino
Montalcino é uma das cidades mais sofisticadas da Toscana. Na aparência, ela é parecida com as vizinhas: construções medievais, ruas sinuosas, um castelo no horizonte e vales verdes. Mas a quantidade de lojas de grife caríssimas e os bares e restaurantes chiques entregam: aqui circula muito dinheiro. Tudo graças ao vinho Brunello di Montalcino, desenvolvido na cidade e hoje considerado um dos melhores (e mais caros, diga-se) do mundo. Vale a pena visitar o Castello Banfi, sede de uma imensa vinícola, para entender melhor essa evolução.

. No fim da tarde, chegue a Florença e aproveite para ver o pôr-do-sol da Ponte Vecchio, um dos mais conhecidos cartões-postais do mundo.

Dia 4 Florença / Vinci / Pisa / Lucca – 125 km
É difícil deixar Florença sem querer visitar seus incontáveis museus

Museus de Florença
A cidade-berço do Renascimento pode ser conhecida em dois níveis: o exterior, da Ponte Vecchio e das belas ruas e praças – como a Piazza della Signoria, cheia de esculturas; e o interior, dos inúmeros museus e galerias. A mais conhecida é a Galeria Uffizi, que tem, entre outros tesouros, a Primavera, de Botticelli, a Adoração dos Magos, de Leonardo da Vinci, e o Tondo Doni, de Michelangelo. Na Galleria dell´Accademia está a obra mais conhecida de Michelangelo, o Davi, além do Perseu, de Cellini e muitas outras. Em Florença há ainda outros museus como o Pallazzo Vecchio e o Bargello, igualmente cheios de obra do renascimento.

, mas a proposta dessa viagem é visitar o interior, portanto… Pé na estrada! A primeira parada é Vinci. Como o nome já diz, é a cidade natal de Leonardo (1452-1519), com um imponente castelo medieval a dominar a paisagem – nele fica o museu dedicado a seu cidadão mais ilustre, com modelos das máquinas imaginadas por Da Vinci. Siga depois para Pisa, a cidade famosa por sua torre inclinada. Construída entre 1173 e 1350, quando a cidade era muito poderosa, a Torre de Pisa tem oito andares e sua inclinação atual é de cinco metros. Termine o dia em Lucca, famosa por seu anfiteatro romano do século I. A região também é excelente para fazer agriturismo.

Dia 5 Lucca / Florença / Bolonha / Pádua / Verona – 360 km
Este será um dia com um pouco mais de estrada do que você se acostumou, mas as belas pistas italianas e as atrações pelo caminho não deixarão que você sinta a viagem. Você sairá da Toscana e entrará na região de Emilia-Romagna. Vale a pena parar para almoçar em Bolonha, considerada a capital mundial das carnes embutidas (cada lojinha tem uma infinidade de frios) e lugar de pratos calóricos e fabulosos. Em Bolonha fica a mais antiga universidade italiana, construída no século 11. Ao sair para o norte, você terá de tomar uma difícil decisão em Pádua (cidade com maravilhosos trabalhos de Giotto): virar à direita e ir para Veneza ou para a esquerda e seguir para Verona. Como esse roteiro é de uma viagem para ser feita de carro, deixe Veneza para outra ocasião (carros nem entram na cidade dos canais, que só pode ser explorada de barco ou a pé). Termine o dia em Verona, a romântica cidade de Romeu e Julieta. Embora fictícia, a história de amor contada por Shakespeare é tão vívida em Verona que até o balcão de onde Julieta via seu amado por ser visitado.

Dia 6 Verona / Lago Garda / Verona – 160 km
Verona não é “apenas” a cidade de Romeu e Julieta e toda a evocação romântica que isso pode trazer. Nela fica o Anfiteatro Arena, concluído em 30 d.C. para lutas de gladiadores e em atividade até hoje – aqui se realiza um importante festival de ópera no verão. Vale a pena também visitar o Castelvecchio, que abriga uma importante galeria de arte. De Verona, o passeio mais especial é o do Lago Garda, maior centro de veraneio do norte da Itália, cercado por belas cidades, como Sirmione. É possível fazer um cruzeiro para visitar as ilhas e cidades vizinhas. Volte para Verona à noite.

Em 2013 na cidade de Julieta, o Festival de Opera chamada Arena di Verona, nos dias 31 de Agosto, 4 e 7 de setembro relembrarão a trágica e memorável história de Romeu e Julieta através de uma Opera em 5 atos de Charles Gounod, que foi apresentado pela primeira na cidade de Paris em 27 de abril de 1867 no Théâtre Lyrique. O ticket pode ser adquirido à partir de EUR 23,00.

A trágica história de Romeu e Julieta, há mais de 400 anos, mexe com a emoção do público que entra em contato com essa belíssima narrativa que ressalta o amor, a imcompreensão, o preconceito cego e a perca de vidas de jovens batalhando para ficar juntos. A obra inspirou pelo menos 24 óperas, sem contar os variados filmes que foram gravadas baseadas na tragédia de Shakespeare.

Dia 7 Verona / Brescia / Milão – 180 km
Momento difícil: último dia de Itália. Mas ainda há muito que fazer. Primeiro, é hora de deixar a região de Emilia-Romagna e entrar na Lombardia. Brescia pode ser uma ótima parada: localizada no pé de uma montanha, é uma cidade com conservadas ruínas romanas, castelo e ponto de partida para passeios na neve (durante o inverno). Depois, faça uma parada em Cassinetta di Lugagnano para conhecer a Antica Osteria del Ponte, um dos restaurantes mais premiados da Itália – tem duas estrelas do Guide Michelin, mais importante referência gastronômica da Europa. Depois, é só chegar em Milão, capital da moda, do design e de tudo que há de moderno na Itália. E despedir-se como manda a tradição italiana: com uma bela refeição. Se sobrarem muitos euros, vá para o Aimo e Nadia (Via Montecuccoli, 6). Uma excelente refeição, mas bem mais econômica, pode ser feita no El Cordobes (Via Lamarmora, 36), um típico milanês apesar do nome.

 

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